segunda-feira, 6 de outubro de 2008

ELEIÇÕES 2008

IPIAÚ AGORA É 15

Embora não tenha sido tão acirrada quanto foi em 2004, quando na oportunidade foi derrotado por apenas 11 votos por José Mendonça, a vitória de Deraldino Alves de Araújo sobre Sandra Lemos por 560 votos de vantagem deixou nítido que Ipiaú hoje é uma cidade dividida entre duas lideranças políticas: Deraldino e José Mendonça. E isto tambem ficou claro com a expressiva votação obtida por José Mendonça como candidato a vereador, chegando a incríveis 3.448 votos, votação recorde alcançada por um vereador na historia de nosso municipio, beneficiando inclusive ao candidato Cabral (PP), que mesmo obtendo uma votação que dificilmente lhe daria uma vaga na Câmara, conseguiu se eleger “pegando carona” nos votos de José Mendonça. Deraldino chega à Prefeitura após duas tentativas frustradas (2000 e 2004) e prova que seu prestígio político permaneceu intacto durante os 8 anos de ataques verbais do rival José Mendonça. O momento agora é de muitas duvidas e a maior dela é como ficará a administração municipal sendo exercida por Deraldino, caso José Mendonça seja o presidente da Câmara ? Certamente a partir de janeiro de 2009, muitas mudanças administrativas ocorrerão em nossa cidade e todos os Ipiauenses esperam que estas sejam sempre para melhor.

RESULTADOS DAS ELEIÇÕES EM IPIAÚ:

PREFEITO
Seções apuradas: 86 (100%)
Eleitores: 25.537
Comparecimento às urnas: 23.392 (91,60%)
Votos válidos: 21.712 (92,82%)
Brancos e nulos: 1.680 (7,18%)

1º) Deraldino 11.020 (50,76%)
2º) Sandra Lemos 10.460 (48,18%)
3º) Professor Albione 232 (1,07%)

VEREADORES ELEITOS (Nome-Partido-votos)
José Mendonça – PP 3.448
Gazo Brandão – PMDB 927
Ubiratan Costa – PMDB 623
Carlinhos – PP 606
Chico do Hospital – PMDB 602
Raimundo Paraguai – PT do B 565
Nena Passos – PSC 489
Aloísio do Cartório – PT 451
Cabral – PP 297

Um comentário:

*Silzinha* disse...

Veremos a merda que vai dar em SP, Capital...ai ai...cada dia, menos esperança, quer dizer, o número de votos nulos, dá uma animada mas para A GRANDE MUDANÇA, talvez, vamos ter que esperar mais 4 anos.